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11 de abril de 2013

Se quiser ir, vai...


Vai, mas não volta. Cansei de tentar te prender. Não é justo, afinal, ter que ficar trancafiado sem poder se libertar. Não é justo com você e muito menos comigo. Por que eu cansei de ser forte e tentar controlar tudo. É bom mesmo que você vá. Assim eu me livro logo do sofrimento que tu me causas. Foge, choro. Vá e se esconda... Por que eu também não lhe quero mais.

Você pode não entender se às vezes fico pelos cantos
Um tanto quieta, recolhida, mergulhada no meu pranto
É que ele me liberta na hora
No momento em que eu boto pra fora
O que já não me serve vai embora
E assim, eu fico leve
("Água Contida" - Pitty)

Munique.

6 de abril de 2013

O meu bem



Quando você se foi eu pensei que nunca mais seria feliz novamente. E, sabe, meu bem, eu ainda não sou. Mas não se preocupe com isso. Como você mesmo disse “vai passar”. Você lembra que lhe disse que um dia eu perceberia que foi mesmo o melhor? Então, meu bem, eu percebi, mas, ao contrário do que eu pensava, isso ainda não me faz sentir tão melhor assim. Por que você levou um pedaço de mim, meu bem. E não foi um pedaço pequeno. Talvez tenha até sido, mas era um pedaço muito importante. E você não tem ideia do quão difícil está sendo refazê-lo. Você acredita que eu cheguei a acreditar que tínhamos sido feitos um para o outro? Bobagem, não é? Fomos feitos para não dar certo mesmo, meu bem. Apesar de tudo ter dado certo por um tempo. E pode ter certeza, meu bem, você me fez feliz como nunca fui antes.
Mas está tudo bem agora, meu bem. Pelo menos é o que eu tento repetir na esperança de que eu convença a mim mesma. E se não estiver, ainda ficará. 
Apesar de o destino ter achado melhor nos dar caminhos diferentes, você sempre será o meu primeiro amor. E sempre me lembrarei de ti com muito carinho, meu bem. Desejo-te toda a felicidade... mesmo sem mim. Por que eu vou atrás da minha, querido. E vou encontrar o meu bem... nem que seja em outra pessoa.

Munique.

5 de fevereiro de 2013

Bem mais do que eu quis - Parte II



- Está na hora, querida. – Chamou a mãe, do corredor.
- Já estou indo, mãe!
Uma última olhada no celular: nenhum sinal de Joshua e uma semana já havia se passado.
Chegaram ao aeroporto mais rápido que o normal. Cada minuto no lugar onde havia sido criada parecia escorrer com mais rapidez que o anterior. Camila estava dando adeus a sua vida. O momento havia chegado.
- Pai, eu não quero ir. – suplicou pela última vez.
- Desculpe, querida.
A despedida foi cheia de lágrimas enquanto Vânia não parava de repetir que eram apenas dois meses. Dentro do avião, se sentia como nunca antes: abandonada. Conectou seus fones de ouvido, ligou seu ipod e, pelo resto da viagem, esqueceu-se do mundo.
Após horas de viagem a aeromoça anunciou que o avião iria pousar. Camila teve que respirar fundo... acabara de voltar a realidade.
Já no aeroporto ficou meio assustada com a multidão. Ela nunca estivera sozinha em ambientes como esse e estava torcendo para que achasse logo sua tia Lúcia.
Finalmente, duas horas após o pouso, tia Lúcia chegou apressada.
- Me desculpe, minha querida! Aconteceu um problema com uns alunos e acabei me atrasando.
- Tudo bem, tia...
- Olha só pra você! Parece tão abatida! Está com fome? Não é, querida?
Neste momento Camila percebeu que sentia falta do jeito estabanado de tia Lúcia.
- Não, tia, estou bem...
- Bem? Não está não! Mas que belo dia para aquelas crianças me aprontarem...
A mulher não conseguia parar de falar e assim foi por todo o caminho. Quando chegaram em casa, Camila ficou grata por conhecer o confortável quarto de hóspedes.
- Relaxe um pouco, querida. Quando o jantar estiver pronto eu te chamo.
Escolheu as roupas que iria usar durante o jantar, pegou a toalha que estava em cima da cama e seu nécessaire e rumou para o banheiro. A água quente caindo em suas costas foi a breve sensação de alívio que Camila tanto desejara. Sua vontade era permanecer ali por horas, até que seus problemas simplesmente desaparecessem, mas não queria abusar da hospitalidade de tia Lúcia.
Lutando contra a vontade enorme de ficar por mais cinco minutos, desligou o chuveiro e se enrolou na toalha. Pegou sua escova e começou a desembaraçar os cabelos lentamente, pensando em como seria passar as férias naquela casa sem seus pais, como se relacionaria com o marido de tia Lúcia e o filho do casal que não via há anos. Era capaz de morrer de vergonha.
Perdida em seus pensamentos, levou um susto quando viu a porta do banheiro se abrir e mostrar uma figura alta. Como aquela porta tinha aparecido ali? Jurava ter entrado pelo outro lado e trancado a porta.
- Você não sabe trancar a porta não? – perguntou rudemente o rapaz. O som de sua voz a fez tremer.
- E-eu tranquei sim. – olhou para o outro lado do banheiro.
- Você achou que esse banheiro era só seu? Tem que trancar as duas portas. – Ele era bonito demais para uma pessoa tão mal educada.
- Não percebi. Me desculpe. - Antes que tivesse terminado de falar, o garoto bateu a porta fazendo Camila pular com o barulho.
Quando se recuperou do susto veio a vergonha: ele a vira somente de toalha. 

28 de janeiro de 2013

Bem mais do que eu quis - Parte I

Já tava mais que na hora de eu voltar, né! Pois é... e é com muita alegria que eu deixo aqui a primeira parte do meu "conto"! Espero que gostem! Deixem suas opiniões! :D

- Não quero mais discutir! – Vociferou uma garota, batendo a porta de seu quarto.
Uma garota totalmente diferente de Camila...
- Isso não vai mudar as coisas, mocinha! Essa não é você. – Devolveu seu pai.
E realmente não era. Camila sempre fora uma garota doce e educada. Há um tempo seus pais nunca imaginariam que haveria a mínima possibilidade dessa cena acontecer.
 - Deixe-a pensar, Heitor. Ela está de cabeça quente... Todos nós estamos. – Disse a mãe.
Às vinte e quatro horas, enquanto assistiam ao programa de todos os sábados, Heitor e Vânia escutaram a campainha tocar. Ao abrir a porta Heitor deparou-se com duas silhuetas. Uma lhe era familiar. A moça que pensava estar repousando em seu quarto estava agora parada em sua porta, ao lado de um policial.
- Encontrei sua filha ingerindo bebidas alcoólicas com os amigos, senhor. Dessa vez eu relevei. – Informou o homem alto, no idioma local.
- Agradeço muito. Isso não acontecerá mais. – Havia vergonha misturada ao sotaque brasileiro.
Heitor e sua esposa, Vânia, mudaram-se para Seattle quando a menina tinha sete anos de idade. Foi um processo complicado, mas tiveram sucesso na estabilização no novo país e na educação de sua única filha. Até agora. Camila conhecera Josh no colégio e logo se apaixonou. O problema é que o menino não era uma boa influência.
- Amanhã conversamos, Camila. Não esqueça. – Foi a última palavra do pai.
No outro dia, Camila acordou com uma enorme dor de cabeça e teve dificuldade para lembrar-se do que havia acontecido na noite anterior.
“Oh, não! Isso deve ter sido só um pesadelo. Apenas um pesadelo...”
Levantou-se com cuidado e foi até o banheiro. Não, aquela no espelho não era Camila.
“Não pode ser. Foi real!” O reconhecimento da realidade doeu. 
Arrumou-se e desceu para o café da manhã. Os pais estavam sentados à mesa.
- Papai, mamãe... Me desculpem, por favor! – Começou a se explicar. – Mal posso acreditar que tenha mesmo feito aquilo. Estávamos no parque e decidimos ir até a casa de Josh. Não sabia que os pais dele não estariam lá. Nem que haveria bebidas. Me desculpem!
Já aos prantos, foi acolhida pelos braços da mãe. - Eu sabia que você teria uma boa explicação, doçura!
- Tendo explicações ou não, sua mãe e eu já conversamos. Você não voltará a se relacionar com eles, Mila. Principalmente com Josh! – A voz de Heitor era firme.
- Mas, papai, eu o amo! Prometo nunca mais fazer isso! Tenho certeza que ele também dirá a mesma coisa!
- Esse garoto não é bom para você. Sempre foi assim e sempre será. Vai ser melhor, querida.
- Não!
- Esqueça, Camila! Já nos decidimos: você ficará bem longe de Joshua Lang! Já compramos suas passagens. Você passará suas férias no Brasil.
Camila estava devastada com a decisão de seu pai. Como ele foi capaz de imaginar uma coisa assim? Em seu quarto, chorando, ela tentava ligar para Josh.
- Atende, Josh... Por favor! – sussurrava entre os soluços.
Não havia resposta.

7 de outubro de 2012



Adoro esse teu jeito todo estranho, me chamando de linda e dizendo que me ama, todas as idiotices que você me fala e as tuas manias irritantes, o jeito que me abraça, me fazendo sentir segura, a tua carinha de nervoso quando começo a lhe encher o saco, quando me manda “deixar de agonia”, quando me decepciona e vem, todo manso, se desculpar. Ah como eu adoro seus ataques de histeria quando te mordo e a tua incredulidade quando digo que é por amor! Adoro todas essas coisas que estranhamente me irritam... São todas essas coisas que te fazem ser quem você é. E é assim que eu te amo, desse jeitinho todo maluco. E se fosse diferente... talvez eu não o amasse tanto.

Munique.

1 de outubro de 2012



Fica aí! Se meche não... Tá tão bom que eu poderia ficar assim até o fim dos nossos dias. Minha cabeça no teu peito, teus braços a minha volta. Céus, que sensação maravilhosa! Você sente o mesmo? O coração bater bem fraco, quase como se parasse de funcionar? A respiração tão calma, como se eu precisasse somente sentir um fio do teu perfume para continuar a viver? Não consigo pensar em nada além de nós dois. O mundo todo deixa de existir e todos os nossos problemas viram cinzas.
Fica assim! Não sai não. Eu quero continuar a sentir as tuas mãos acariciando os meus ombros, o calor do teu corpo tomar o meu. Fica quietinho assim, não diz nada... Não precisamos de nada além do silêncio.

26 de setembro de 2012



Ah, quem me dera voltar no tempo e ser criança! Quando tudo era lindo e extremamente divertido... quando as piores coisas que aconteciam eram acidentes com os cabelos das minhas bonecas ou pequenos arranhões nos joelhos. Quando o corredor dos brinquedos era o meu “País das Maravilhas”, onde poderia permanecer por horas e horas, admirando-os. Acordar cedinho, e sem preguiça, para assistir os desenhos matinais do Cartoon Network era a rotina mais gostosa de seguir.
Ser criança é tão bonito, tão cheio de graça. O coração é cheio de pureza, a inocência reina, as palavras não são contidas por medo de julgamentos. A infância é a fase em que o ser humano mais consegue ser ele mesmo, onde os fantasmas não estão dentro da gente, onde não tememos arriscar. Queria que, ao invés das crianças seguirem os adultos, os adultos voltassem a ser como na infância. O mundo seria bem melhor...

Munique 

3 de setembro de 2012




Certo dia me perguntaram: Porque você se apaixonou? 
Eu respondi: Não sei. E talvez continue não sabendo.
 Eu simplesmente amo, acordo e 
vou dormir com ele nos meus pensamentos.

(Caio Fernando Abreu)

Sinceramente não sei explicar o que houve... Esse sentimento foi chegando, chegando e se apossou da racionalidade que existia em mim. Uma coisa que me faz tão bem! Se tu soubesses um quinto do que eu sinto por ti... Ah garoto, tu tens que acreditar quando digo que te adoro. Tens que ter a noção da responsabilidade que em tuas mãos depositei. Deixei nelas o que havia de mais puro e doce. 
Deixemos que os outros digam que as diferenças vão pesar. Isso não muda em nada a sensação maravilhosa que tenho ao abraçar-te. O som do teu coração é a minha melodia preferida...
Tente enxergar, através do meu jeito torto, a verdade das minhas palavras... Trate de guardar à sete chaves o meu coração!

Munique

6 de agosto de 2012

super(sensibilidade) + mania de durona = intensidade


Vi essa frase e logo me identifiquei (acho que a maioria das garotas também).

Dependendo da dor que você traz dentro, 
dá mesmo vontade de aproveitar a ocasião 
para sentar no fio da calçada e chorar como 
se tivéssemos sofrido uma fratura exposta.
(Martha Medeiros)

Eu tenho a incrível vocação para ser a manteiga derretida, só que além disso fui contemplada com um orgulho enorme. E essa combinação de sensibilidade e orgulho me causa um problemão. 
Imagine aquela TPM que te deixa super emotiva, multiplique-a por três. Depois acrescente aquela maldita mania de guardar tudo o que te atormenta e te machuca. O resultado é a gigantesca possibilidade de uma explosão de lágrimas por conta de uma coisinha boba. Aí os sentimentos ficam em estado de montanha-russa, oscilando de 0 à 100 em um único dia. E tem gente que diz que isso é bipolaridade. Não acredito que seja. Prefiro acreditar que o nome disso é intensidade. Afinal, a vida é um misto de sentimentos. E eu acho que quanto mais intensos esses sentimentos, maior será a sensação de vida. Talvez chamem de masoquismo, mas não quero que essa combinação vá embora. Quando os ingredientes especiais acabam, o produto perde sua graça.

Munique

1 de agosto de 2012


Eu sou o frio na barriga, sou o suor nas mãos. Sou aquilo que se fixa no pensamento e não lhe deixa dormir. Sabe que ouvindo as músicas pareço até coisa difícil... Mas não me julgue previamente. Ao menos tente! Pois aqueles que arriscam tentar são consagrados com a mais pura felicidade. Muito prazer, eu sou o Amor!

Munique

29 de julho de 2012

Querido Diário: O que fazer quando o amor acaba?



Sabe aqueles filmes de terror bem macabros? Aqueles em que há um vilão psicopata que torturam as vítimas até que estas peçam a morte? Acho que mamãe e papai estão se inspirando nesses filmes. Mas ao invés de nos torturar fisicamente, eles exploram nossa sanidade mental. Sim, eles continuam a brigar. Tenho minha opinião sobre isso, mas não sei se consigo interferir. É que é bem difícil quando as pessoas que você ama não fazem nada mais além de discutir. E é mais difícil ainda quando você tem problemas em expressar seus sentimentos. Queria poder compartilhar o que penso com eles. Dizer que o amor, por mais lindo que possa ter sido, corre o risco de se acabar. Neste caso o que está colocando um ponto final no amor de meus pais são as constantes brigas. Acredito ser possível não matar o carinho, ou até mesmo o amor, quando se é maduro o suficiente para reconhecer os problemas. Quando as partes estão dispostas a encontrar uma saída torna-se possível fazer algo sobre. Mas acredito que os dois querem mesmo é ir levando assim. Só temo pela normalidade de minha irmãzinha.

Munique

25 de julho de 2012

Querido Diário


Hoje o dia está extremamente frio. Sinto-me como no Polo Norte – com exceção da neve, é claro. Meu país seria mais interessante se nevasse no Natal, pelo menos. Levantei com um bom humor incrível por ouvir o barulho da chuva calma contra minha janela. Senti uma vontade louca de sair e tomar um chocolate quente naquela padaria á cinco quadras de casa. Mamãe diz que sou louca – onde já se viu gostar do que ninguém gosta? Mas ela sabe que sempre fui diferente de todos. Sempre gostei mais da chuva que do sol, sempre preferi o sonho à realidade. E é por isso que permaneço aqui: trancada no meu quarto. O medo me invade a cada sopro de vento que entra, como se eu fosse um pequeno pássaro que tem receio de voar. Só o que me resta são folhas e mais folhas marcadas por pensamentos e vontades não expostos. O vazio continua aqui e até as lágrimas não querem cair. Começo acreditar enfim, que o frio, uma vez reconfortante, acaba de congelar o que me restou de felicidade.

Munique R. Novaes

18 de julho de 2012


Sentada em sua poltrona, aquela que ele lhe deu de presente, ela mantém o olhar do lado de fora da janela. Os pingos que se alojam no vidro causam menos dor que as lembranças. Se ele estivesse aqui, estariam em baixo dos cobertores de microfibra, comprados exatamente para esses dias, assistindo a um filme. Este filme seria, provavelmente, de ficção científica. Depois de uma leve discussão, eles sempre escolhiam ficção científica. Mas, não há nada que ela possa fazer para tê-lo em seus braços, agora. Tudo o que restou foi lembranças melancólicas que a fazem sofrer. Como aquela festa de Halloween: à pé, de volta para casa, ele gritou para todos na rua que a amava mais que tudo. Aquilo soou tão honesto! Como pôde se acabar? Não dizem que o amor verdadeiro nunca acaba? O dele acabou. Foi isso o que ele disse. Mas não pode ser verdade. Ela se recusa a acreditar. E tudo o que ela pode fazer é afirmar, a si mesma, que era sim verdadeiro. O amor dos dois foi tão forte e sublime que não poderia existir neste mundo. Mas haverá um lugar em que ele poderá sobreviver. O amor que deu a ele não chegará ao fim. Disso ela tem certeza.

(Munique R. Novaes)

P.S: Gente, está realmente difícil escrever, ultimamente! :$

7 de julho de 2012



Sinônimo de preocupação. Diria “paranoia”, até! Não importa com quem, a que horas, em que dia, ela sempre está pronta para se pendurar no telefone e nos ligar. Tem filho que pergunta se elas não têm o que fazer, se não têm uma vida para viver. Acontece que boa parte de suas vidas se resume a nós. Carinhosa ou durona, possessiva ou sossegada, mãe é mãe e isso nunca vai mudar.

(Munique R. Novaes)

4 de julho de 2012




Você deveria se envergonhar por ter invadido minha mente desta forma. Ora, mas que coisa incrível! Quando acordo, me pergunto se já se levantou da cama, imagino e torço para que penses nisso também. O teu sorriso não sai da minha cabeça, tua voz ecoa com o vento... fica até difícil focar a atenção em outras coisas. Então, por favor, venha aqui e redima-se: vem e me faça parar de pensar no “quão bom seria”... me faça pensar no “quão bom é”.

(Munique R. Novaes)

27 de junho de 2012

Perdoe-me



Sinto muito. Por mais que tenhamos tentado, não foi o suficiente. Apesar de você ter-me magoado um tanto eu não queria ter que fazer o mesmo contigo. Espero que você entenda a minha situação, que consiga enxergar claramente o meu lado. Nunca foi minha intenção brincar com teus sentimentos, nem bagunçar a tua vida. É que não tive outra saída. Sei que desistir não é uma boa escolha, mas como poderia prosseguir sem ter a certeza do que sentia? Do que nós sentíamos. Quero que saiba que o carinho que te tenho não se acabará assim do nada. Mas está na hora de colocarmos os pés no chão e encararmos a verdade. Desejo-te o melhor no caminho sem nós.

(Munique R. Novaes)

24 de junho de 2012



Faz parte dela essa incerteza gigantesca. Numa hora está frio, noutra, extremamente quente. Decidir-se é uma loucura: se agora a única resposta é sim, daqui a um minuto, a mais cabível é não. Seus sentimentos sempre estão em estado de montanha russa e isso faz com que todos achem que seu coração é um parque de diversões. A insegurança é sua melhor amiga e não a deixa só nem por um instante. Quem dera eu ser menos como ela... 


(Munique R. Novaes)

18 de junho de 2012


O vento sopra e parece chamar meu nome, leva com ele as folhas das árvores. As pesadas nuvens encobrem o sol e só consigo observar. De repente as gotas caem, tocando levemente o rosto que mantém-se erguido. E tudo parece uma linda sinfonia... a sinfonia mais perfeita já criada.
E os móbiles das casas se manifestam, e o sol volta a aparecer, e os pássaros dão boas vindas ao novo arco íris, dá até vontade de dançar. Sair e comemorar a imagem  mais que perfeita. A imagem do paraíso... do meu paraíso.

(Munique R. Novaes)

17 de junho de 2012





O seu olhar guarda segredos, que ela mesma tem medo de descobrir. Como se fosse um abismo atrativo, que a assusta e a intriga. É uma luz ofuscante, chamativa, mas incômoda. Não há como resistir.
O dia passa e ela não vê a hora de encarar aqueles olhos. Aqueles olhos que tanto escondem, que a fazem pensar em coisas bizarras. De onde vêm, a quem pertencem?
E o que acontece ao redor do mundo já não importa. Ela só quer voltar para casa, para o seu refúgio. Deitar a cabeça no travesseiro, esvaziando a mente e viajar. Viajar para bem longe, para onde aqueles olhos reinam.

(Munique R. Novaes)

9 de junho de 2012

Procura-se: Inspiração


Cadê a inspiração para escrever, fotografar... a vontade de sair de casa, encontrar os amigos, estudar? Sério, se alguém encontrá-la diga que há aqui uma garota que está entrando em colapso emocional. Há uma garota que, sem ela, não vive em paz.

Procura-se:


Ah! Eu queria agradecer os comentários e as visitas que venho tendo ultimamente. Obrigada, pessoal! *-*

P.S.: Ontem foi o aniversário da melhor amiga do mundo! Te amo, minha flor! Espero que mais coisas boas aconteçam na sua vida e que eu continue aqui para presenciá-las (de camaroteee! uhuuuu).
P.S.(2): Já disse que a amo? Já, né? hihi

(Munique R. Novaes)